terça-feira, 20 de agosto de 2013

Hot potatoes

Poemas do escritor Mauro Klafke

Trecho de abertura do livro CANÇÕES DE UM CERTO COTIDIANO do autor  MAURO KLAFKE.

"A cidade onde exercito o cultivo da memória é Gramado Xavier, que poderia ser qualquer outra cidade com tais características. É claro que esta cidade existe, ainda, como aparece nos poemas... Escrevo movido pela cor de cada coisa, pelo som e pelo perfume que tem as palavras das pessoas, pelo sentido de música que as envolve, pela esperança depositada na ação das pessoas, pela expectativa de que o som das palavras se repita como canção. A canção que embebe a cada um em particular e em conjunto, num âmbito coletivo de quem comunga esta emoção."

Foto tirada em frente a escola Margit Kliemann de Gramado Xavier em julho de 2013.
Algumas obras do autor.
POEMAS
1999 - Invenção de Santa Cruz
2009 - Canções de um Certo Cotidiano
2011 - Cantares de Espera

Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas ao Ensino Médio Politécnico

Banner do NTE Santa Cruz
na UPF em abril de 2013

sábado, 10 de agosto de 2013

Autoestima em Sala de aula da Escola Estadual Vera Cruz

http://www.jornalarauto.com.br


Cerca de 50 alunas do 2º e 3º ano da Escola estadual e Ensino Médio Vera Cruz participaram de uma aula diferente no dia 7 de agosto de 2013. Com o objetivo de valorizar a autoestima das estudantes e fazer ligação com o surgimento da maquiagem - que teve seus primeiros vestígios no Egito - a professora de História Núbia Raquel Schuldt, organizou um encontro com uma  maquiadora, que levou diversas dicas de beleza.

sábado, 27 de julho de 2013

Seminário Internacional de Educação do RS

Participação de professores noevento no Salão de Atos da UFRGS
concepções e sentidos da educação
Penamentos para uma nova prática cidadã

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Reestruturação do Ensino Médio
pressupostos teóricos e desafios da prática
http://www.educacao.rs.gov.br/dados/ens_med_reestruturacao_ensino_medio.pdf
Organização do livro:
Jose Clovis de Azevedo e Jonas Tarcísio Reis

Leia abaixo parte do texto que você encontrará no livro conforme link acima.
 

1. A pesquisa como princípio pedagógico e as reformas do Ensino Médio no Brasil
 
As reformas dos anos 1930, 1940 e 1950

Na linha de tempo que iremos desenhar sobre as reformas do Ensino

Médio, reportaremo-nos ao documento elaborado pela Câmara

de Educação Básica (CEB) e pelo Conselho Nacional de Educação

(CNE) em (Brasil, 2011) e da pesquisa sobre a história da Educação

Brasileira realizada por Jélvez (2008). A resenha histórica inicia

constatando que foi a reforma educacional conhecida pelo nome

do ministro Francisco Campos que organizou o ensino profissional

e comercial (Decreto nº 18 890/31) e também estabeleceu a modernização

do ensino secundário nacional. Essa reforma não rompeu

com a tradição de uma educação voltada para as elites e setores

emergentes da classe média, pois foi concebida para conduzir

os estudantes para o ingresso nos cursos superiores, cujo acesso

estabelecia exigências que a grande maioria da população em todo

o território nacional não tinha condições de atender.
 

Já em 1942, por iniciativa do ministro Gustavo Capanema, foi

instituído o conjunto das Leis Orgânicas da Educação Nacional,

que configuraram a denominada Reforma Capanema: a) Lei orgânica

do ensino secundário, de 1942; b) Lei orgânica do ensino

comercial, de 1943; c) Leis orgânicas do ensino primário, de 1946.

Essas leis que organizaram e estruturaram o ensino objetivavam

a formação das elites que conduziam o País, no caso específico

do ensino secundário; no caso do ensino profissional, este era

voltado para as necessidades emergentes da economia industrial

e da sociedade urbana. O ensino secundário, de um lado, e o ensino

profissional, de outro, não se comunicavam nem propiciavam

circulação de estudos, o que veio a ocorrer na década seguinte. As

modalidades do ensino secundário e profissional, alicerces do ensino

brasileiro, surgiram com essa dicotomia de ofertas com propósitos

de inserção econômica e social diversa quanto à formação

dos jovens de classes sociais diferentes.

Nos anos 1950 considera-se uma mudança importante a introduzida

por Lei Federal referente à equivalência entre os estudos

acadêmicos e os profissionais, comunicando os dois tipos de ensino.

A Lei Federal nº 1076/50 permitiu que concluintes de cursos

profissionais ingressassem em cursos superiores, desde que comprovassem

nível de conhecimento indispensável à realização dos

referidos estudos.

De 1960 a 1970

Na década de 1960, foi estabelecida a plena equivalência entre os

cursos, com a equiparação, para todos os efeitos, do ensino profissional

ao ensino propedêutico, efetivada pela primeira Lei de

Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, Lei nº 4024/61,

artigos 33 e 34). A LDBEN/61, promulgada em 20 de dezembro de

1961, estava no congresso desde 1948.

Os anos 1970 trazem reformas decisivas, como as operadas

pela Agency for International Development (AID) a partir de 1964

e consubstanciadas na promulgação da Lei nº 5692/71, que fez a

transposição do antigo ginasial, até então considerado como fase

inicial do ensino secundário, para constituir-se na fase final do
 

primeiro grau de oito anos. Estabeleceu a obrigatoriedade da profissionalização,

supostamente para eliminar o dualismo entre

uma formação clássica e científica, respectivamente, preparadora

para os estudos superiores, da profissional (industrial, comercial

e agrícola). Segundo a CEB/CNE/MEC (Brasil, 2011), a implantação



generalizada da habilitação profissional trouxe, entre seus efeitos,

sobretudo para o ensino público, a perda de identidade que o

segundo grau passara a ter, seja a propedêutica para o ensino superior,

seja a de terminalidade profissional. Após pouco mais de

uma década, a obrigatoriedade da profissionalização no segundo

grau tornou-se facultativa pela edição da Lei nº 7044/82.

O MEC reorganizou o sistema educacional brasileiro a partir

dos conceitos trazidos pelos técnicos da AID pagos pelo governo

brasileiro. Esse acordo de cooperação se traduziu numa série de

projetos que foram desenvolvidos entre o MEC e a United States

Agency for International Development (Usaid)/Conselho de Cooperação

Técnica da Aliança para o Progresso (Contap), acordados

a partir de 26 de junho de 1964, que consistiram basicamente na

contratação de assessores americanos para o aperfeiçoamento do

Ensino Primário, para o planejamento do Ensino Médio, com vistas

a sua melhoria; em treinamento de técnicos brasileiros nos Estados

Unidos; treinamento de técnicos rurais; assessoria americana

para a expansão e o aperfeiçoamento de quadro de professores

de Ensino Médio no Brasil; na delimitação de responsabilidades

e competências legais com todo o controle sobre a produção dos

livros até a ilustração, editoração, distribuição e sob a orientação

quanto à compra de direitos autorais de editores não brasileiros

(ou seja, americanos). O produto desses acordos, decretos e leis,

objetivando colocar o caráter legal das reformas, passou a ser estudado

numa disciplina obrigatória em todas as licenciaturas, denominada

Estrutura e Funcionamento de Ensino.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Novos desafios da educação

        O protagonismo é considerado como uma forma de ajudar o adolescente a construir sua autonomia através da prática da situação real, do corpo a corpo com a realidade, a partir da participação ativa, crítica e democrática em seu entorno social. Isso implica a geração de espaços e situações que iriam propiciar a sua participação criativa, construtiva e solidária na solução de problemas reais.

1) O que eu considero uma escola ideal hoje?

2) O que eu posso mudar na minha escola, no meu planejamento, para alcançar os objetivos que estou construindo junto a educação dos meus alunos?

3) Os conceitos dos alunos que estão no Ensino Médio, nos 1ºs e 2ºs anos estão sendo discutidos por área do conhecimento. Qual o avanço que houve nas turmas em que os professores hoje são corresponsáveis por esta avaliação na minha escola?

 4) Estamos todos hoje convidados a nos reciclar na educação. Quem não estiver buscando o diálogo junto aos seus pares, está enfrentando dificuldades em sala de aula. O nosso aluno está precisando do nosso discernimento quanto ao que é mais importante para a escolha que ele está fazendo. Ter esse olhar perpassa até mesmo a nossa capacidade de conhecimento profissional, nos colocando na posição de orientadores da aprendizagem. Precisamos lembrar que somos profissionais, temos uma longa caminhada, e o nosso educando precisa da nossa firmeza como educadores. Portanto, a pergunta quanto a este assunto é: Como posso enfrentar esse novo desafio da educação?


 5) A sociedade muda de acordo com as necessidades do seu povo. Existem lutas e discussões intermináveis colocando a educação sempre como o principal ponto de partida para acompanhar essas mudanças. Qual o papel do educador? Porque a sociedade cobra tanto uma nova postura desse profissional, sem dar o devido valor estrutural e financeiro? Como podemos participar e realmente ter este reconhecimento?